O que é uma sanca iluminada
É um rebaixo no perímetro do teto, feito em pladur, onde fica escondida uma fita LED. A luz bate no teto original e desce suavemente, sem ponto de luz visível. Dá profundidade à divisão e funciona bem como luz de ambiente, a par de focos ou de um candeeiro central.
Sanca aberta ou sanca fechada
Na sanca aberta existe um espaço entre a parede e o teto falso, por onde a luz sobe e ilumina o teto de cima. Na sanca fechada, o rebaixo tem uma face que esconde a fita e a luz projeta-se para a parede ou para o centro. A primeira cria um efeito mais difuso; a segunda ilumina mais a parede.
A escolha depende da altura do teto, da cor das paredes e do efeito que se procura. Em divisões com pouca altura, a sanca aberta pode ficar mais discreta, desde que o teto de cima esteja limpo e pintado.
Fita LED: o que perguntar
A fita deve ter a temperatura de cor desejada (mais quente para quartos, mais neutra para cozinhas), e o transformador tem de ficar num local acessível. Convém também prever regulação de intensidade se se quer usar a luz de forma mais suave à noite.
- Onde fica o transformador e como se acede para trocar?
- A fita é contínua ou tem emendas visíveis nos cantos?
- Há dimmer e como se comanda?
- O eletricista vem antes de se fechar o teto?
Acabamento: o pormenor que se vê
O fio de luz só fica limpo se as juntas e os cantos estiverem bem tratados: qualquer irregularidade aparece com a luz rasante. Por isso a sanca pede emassamento cuidado e uma pintura bem feita. Veja também o guia geral sobre tetos falsos com iluminação e o serviço de tetos falsos no Porto.

